Com todas as mudanças que chegam junto com a menopausa, muita coisa pode parecer diferente, especialmente depois dos 40. Lembro de um momento em que eu mesma passei por uma profunda falta de apetite sexual, e minha terapeuta me fez uma pergunta que mexeu comigo: “Ao se olhar no espelho, você se enxerga como uma mulher desejável? Ou a sua própria imagem te causa repulsa?” Com ela, aprendi que precisamos encontrar em nós mesmas a beleza que temos, despertar esse “auto desejo”, para que nosso parceiro (a) também se sinta atraído e estimulado. Além disso, aprendi na terapia a importância de deixar meu marido ciente do que eu estava sentindo e abrir espaço para que ele pudesse me ajudar nesta busca pelo prazer.
Isso fez muito sentido para mim, e talvez faça para você também. O corpo muda, os hormônios oscilam, e com isso o apetite sexual pode diminuir. É algo muito comum entre as mulheres nessa fase, mas a gente precisa falar sobre isso (com o médico (a), com a terapeuta, com o parceiro (a)). Não dá para deixar que essa mudança nos afaste do nosso prazer e da nossa autoconfiança.
Esse pode ser o momento ideal para se reconectar com seu corpo, para explorar novas sensações e se conhecer mais profundamente. Permitir-se testar coisas novas, tocar mais o próprio corpo, descobrir sensações diferentes... Já pensou em experimentar um acessório para apimentar a relação consigo mesma e com o seu parceiro (a)? A gente fala pouco sobre isso, mas usar um vibrador, um óleo de massagem, ou qualquer outro estímulo, pode ser uma forma gostosa de reacender o desejo e até melhorar a autoestima.
Além dessas mudanças, eu encontrei suporte em suplementos específicos que ajudam a cuidar do corpo de forma integral durante esta etapa de transição da menopausa. O Meno Support Energy, por exemplo, me deu um impulso de energia e disposição que foi essencial para manter meu bem-estar físico e mental em equilíbrio. Às vezes, é preciso esse empurrãozinho a mais para nos sentirmos no controle de nossa saúde e do nosso prazer.
E se você acha que isso só acontece com você, saiba que, de acordo com estudos, cerca de 50% das mulheres entre 40 e 60 anos enfrentam algum tipo de disfunção sexual, seja por falta de desejo ou dificuldade de se excitar.
Agora, imagine como seria se a gente deixasse os tabus de lado e falasse mais abertamente sobre isso? Quantos relacionamentos poderiam ser mais leves? Quantos momentos de prazer poderíamos viver sem medo ou culpa?
Eu te convido a refletir: que tal olhar para essa fase como um convite para explorar mais, sentir mais, se permitir mais? O prazer ainda mora aí dentro, e você merece vivê-lo.
Beijos da Carol